Empreendedorismo e Inovação

Dizem os entendidos que são as perguntas que movem o mundo e não as respostas. Talvez seja assim porque elas fazem as pessoas pensarem. PENSAR é a única arma que nos resta para sair da mesmice. Bernard Shaw afirma  que “alguns homens vêem as coisas como são, e perguntam- por quê?” e acrescenta: “eu sonho com as coisas que nunca existiram e pergunto – por que não?”  

Esta página então começa assim provocativa, no contexto da comemoração da SEMANA GLOBAL DO EMPREENDEDORISMO que este ano e em Cabo Verde é celebrada de 14 a 20 de Novembro. De entre as várias iniciativas ao redor do mundo, mas também aqui em Cabo Verde, esta também quer dar a sua contribuição para a promoção da cultura do empreendedorismo. Ela começa assim, mas veio para ficar, enquanto espaço de jovens, de todos os tamanhos e grandezas, que querem discutir informações, partilhar ferramentas, propor ideias, debater oportunidades, desafiar o que têm pela frente, a ser diferente e a ser melhor; para mudar, para inovar, para crescer e para fazer crescer.

 Um espaço que pretende ser de ampliação da rede de participação, onde se pode reflectir e pensar alto, com dedos no teclado e olhos arregalados, diante dos desafios actuais, partilhando ferramentas para a educação e para a formação; a opinar e a problematizar temas diversos, sobre as melhores ideias de acção e iniciativas. Quais as limitações do desenvolvimento do espírito empreendedor do cabo-verdiano e que políticas seriam necessárias para corrigir essas limitações?

 Pensemos juntos. Numa questão inicial: O CABOVERDIANO É EMPREENDEDOR? O país não foi alvo de avaliações mais criteriosas por aqueles que medem tudo. Mas nem por isso deixamos de ser gente que pensa naquilo que faz, que resolve seus problemas, que sonha prosperar e que desafia os limites que lhe aparecem pela frente, com ambição e vontade de poder afirmar-se, enquanto pessoa de coragem, seja no seu espaço doméstico ou global. Quais são as nossas principais limitações?

 Por onde anda o espírito empreendedor cabo-verdiano? O que posso fazer para torná-lo uma prática efectiva. Não se tratando de algo que se dá, assim, de pé para mão, o que tenho e pode ser útil para provocar, para instruir, para formar? Comece  agora, comigo, a pensar aqui – desta página para o mundo e de lá para o mundo desta página.

Tx

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